“Fábrica das Gravatas” é um solo de palhaço que aborda de uma forma absurda, filosófica e poética a condição do homem em relação às máquinas, à tecnologia e ao trabalho. O dia-a-dia de um palhaço que trabalha numa fábrica de gravatas que é constantemente interrompido pelos pequenos prazeres da vida. A batalha entre o tempo, as máquinas e os palhaços começou!
Este espetáculo inspira-se no cinema de Jacques Tati (Playtime), Buster Keaton (the electric house), Charlie Chaplin (Modern Times) e nos pensamentos do filósofo português Agostinho da Silva sobre a obrigatoriedade de trabalhar.
Este espetáculo está num processo de criação e experimentação. Neste processo tem sido desenvolvido o cruzamento entre a arte do palhaço e a multimédia (vídeo e a música).
- CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: Pedro Correia
- MÚSICA: Zuki; Rachmaninoff – Prelude in G Minor, Op.23, No.5; Mignon un - Tin Lu; Six Drummers – Electric Love - Resort
- TÉCNICO DE SOM: Aníbal Andrade
- DESENHO DE LUZ: Paulo Brite, HalO Luz
- ILUSTRAÇÃO: Francisco Cunha
- DESIGN GRÁFICO: Mário Rui Martins
- FOTOGRAFIA: Margarida Ribeiro
- CAPTAÇÃO VÍDEO ESPECTÁCULO: João Rei Lima
- EDIÇÃO VÍDEO E VÍDEO DO ESPECTÁCULO: Miguel Rodrigues
- PRODUÇÃO: Nuvem Voadora
